EUFEMISMO: escolhendo as palavras certas

Os tempos estão mudando e, com eles, muitas normas sociais e comportamentais. Com a onda do “politicamente correto”, muito do que era normal há algum tempo passou a ser inaceitável e hoje, devemos medir nossas palavras para não ofender ninguém ou passar por uma saia-justa. Por isso, o eufemismo ganhou força total em nosso discurso, não só no português, mas na hora de falar inglês também!

Os chamados eufemismos são palavras ou expressões indiretas que usamos para substituir palavras ou expressões consideradas de mau gosto, vulgares, tabu ou muito grosseiras. Ao usarmos essas expressões idiomáticas, estamos comunicando nossa mensagem de forma mais delicada e, de quebra, também evitamos constrangimentos ou a impressão de que estamos falando mal de alguém, por exemplo.

Que tal aumentar seu vocabulário conhecendo algumas destas expressões em inglês e descobrindo como usá-las da forma certa? Anote no seu caderno:

  • to push up daisies – to die – morrer

Exemplo: Poor uncle Waldo is now pushing up daisies

  • to answer the call of nature – to pee – fazer xixi

Exemplo: Please excuse me, but I have to answer the call of nature

  • to be tired and emotional – to be drunk – bêbado

Exemplo: Don’t mind Beth… she is just a bit tired and emotional

  • to downsize – to fire someone – demitir

Exemplo: I’ve heard the company is going through a downsizing

  • to let someone go – to fire someone – demitir

Exemplo: Matt was never on time, so we had to let him go

  • to be between jobs – unemployed – desempregado

Exemplo: I am currently between jobs

  • to be doing time or to be in a correctional facility – to be in jail – preso

Exemplo: Orange is the New Black takes place in a correctional facility.

What is the main character doing time for?

  • To fall off the back of a truck – to be stolen – roubado

Exemplo: Can’t find my mobile anywhere. I’m under the impression it might have fallen off the back of a truck or something

  • To be in reduced circumstances – bankrupt – falido

Exemplo: After his company was closed, Ben was left in reduced circumstances.

  • to put to sleep – euthanize – sacrificar

Exemplo: I don’t know how to tell the kids we had to put Rex to sleep.

Na próxima aula ao vivo, tente incorporar alguns desses exemplos na sua conversa. A prática fará com que eles soem cada vez mais naturais na sua fala.

Se você não faz parte da Open English, inscreva-se já e aprenda inglês de verdade!

Dicas para superar o medo de falar inglês

Você estudou, treinou e até visualizou como seria sua conversa em inglês com o CEO da sua empresa. Mas quando chegou a hora H… blecaute total! O medo tomou conta e te deu aquele branco total!

Até parece cena de filme ou melhor dizendo, um pesadelo, mas isso acontece o tempo todo, com a maioria das pessoas. O medo de nos sair mal é um dos maiores e mais comuns empecilhos que enfrentamos na hora de aprender um novo idioma. Assim como o medo irracional de falar em público, não se trata de incompetência ou despreparo. É exatamente isto: apenas medo. Por isso, não dá para desanimar e entregar os pontos sem uma boa luta! Ou você vai se deixar vencer por essa assombração? Respire fundo e solte o verbo. Se alguns errinhos escaparem, você vai ver que não é o fim do mundo. Aliás, errar faz parte do aprendizado e se você não ao menos tentar, nunca vai chegar a lugar algum.

Como ninguém é de ferro, que tal umas dicas para ajudá-lo nesta batalha?

Faça suas lições de inglês, procure aumentar seu vocabulário e treine sua pronúncia o quanto puder, usando os vídeos e a ferramenta de reconhecimento de voz disponíveis na seção Prática da sua plataforma de aprendizagem. Faça disso um exercício constante e, se possível, diário. Em pouco tempo, você conseguirá uma diferença significativa.

– Inverta a situação. Imagine a pessoa com quem está falando (aquele CEO americano, por exemplo) tentando falar em português com você. Ele provavelmente não teria uma pronúncia perfeita como a sua, certo? Nem fluência em um idioma que não domina. Então relaxe. Mostrar que está estudando e se esforçando já conta pontos a seu favor.

– Fale devagar para que as pessoas possam compreendê-lo. E quando for preciso, reformule ou repita aquilo que está tentando dizer.

– Tente pensar em inglês para não se confundir tentando traduzir cada palavra ou frase ao pé da letra.

– Use frases simples e curtas.

Mais uma vez, respire fundo. Ou medite. Ou corra 5 km. Mas não importa o que acontecer, mantenha a calma e acredite em você e em sua capacidade de, aos poucos, corrigir os pontos falhos. Dessa forma, o medo vai desaparecendo e, quando menos esperar, vai começar a receber elogios pelo seu inglês. O pior que pode acontecer é alguém corrigir seu erro – algo pelo qual você, aliás, deve ficar grato, pois é a oportunidade de aprender um pouco mais.

Inglês Americano x Britânico: dois continentes, duas línguas

Agora que você finalmente decidiu começar a estudar inglês, provavelmente deve ter se deparado com uma série de opções de curso e abordagens diferentes do idioma. Uma das escolhas a serem feitas neste momento é qual tipo de inglês estudar: o americano ou o britânico? Antes de tomar uma decisão, no entanto, é preciso saber qual a diferença entre eles. Para muitas pessoas, as distinções são mínimas e, basicamente, se resumem a pronúncia e sotaque.

O sotaque mais pomposo é geralmente associado ao inglês britânico, caracterizado pela forma como as vogais são pronunciadas de maneira mais lenta e prolongada, quase como se a pessoa estivesse falando com algo na boca. Já o sotaque americano enfatiza o “r” mais arrastado e o som do “o” não é tão fechado. No entanto, se viajar para Nova Iorque, Texas ou Alabama, você ouvirá sotaques bem distintos – todos eles considerados inglês americano. Então, apesar de ser uma das características mais marcantes, as diferenças entre o inglês falado nos Estados Unidos e o inglês do Reino Unido vão muito além do sotaque.

É importante também levar em conta outros fatores que compõe as línguas tais como ritmo, cadência, estrutura, gramática, grafia e vocabulário. Isto não quer dizer que se você optar por aprender um determinado tipo de inglês, ficará completamente perdido no outro. As raízes de ambos são as mesmas. Mas ao conhecer as diferenças entre o inglês americano e o britânico, você terá muito mais facilidade ao ler livros, assistir filmes e, especialmente, quando visitar os Estados Unidos ou a Inglaterra.

Vamos ao que interessa, então:

Na Gramática:

Existem várias diferenças fundamentais entre o inglês britânico e o inglês americano que vão desde o uso das preposições ao tempos e concordâncias verbais, só para citar algumas. Aqui você verá algumas das mais relevantes:

  • Present Perfect x Simple Past

Uma das principais diferenças entre o inglês britânico e o americano é o uso de Present Perfect (have/has + past participle). Enquanto no inglês britânico ele aparece com bastante frequência, no inglês americano é mais comum o uso do Simple Past.

Exemplo:

Em sentenças que contenham as palavras already, just e yet:

  • Britânico

Have you watched the 3rd season of House of Cards yet?

  • Americano

Did you watch the 3rd season of House of Cards yet?

Ou

Em sentenças que falam de uma ação no passado que tem efeito no presente:

  • Britânico

I can’t find my wallet. Have you seen it?

  • Americano

I can’t find my wallet. Did you see it?

  • Have x Take:

Em situações onde os verbos have ou take são usados com um substantivo que descreve uma ação

Exemplo:

Inglês Britânico Inglês Americano
Why don’t you go and have a shower? Why don’t you go and take a shower?
I would love to have a bubble bath I would love to take a bubble bath
I sorely need to have a holiday I desperately need to take a vacation
The baby is having a nap The baby is taking a nap
You can have your rest after you’re done here You can take your rest after you’re done here
  • Shall x Will

No inglês britânico, quando estamos falando sobre o futuro, às vezes usamos o shall no lugar de will. Exemplo:

  • Britânico

I shall be with you in a minute.

  • Americano

I will be with you in a minute.

“Shall” pode também ser usado, no inglês britânico, em situações onde estamos pedindo uma opinião ou conselho. No inglês americano, “shall” é substituído por “should”.

Exemplo:

  • Britânico

Shall I call the doctor?

  • Americano

Should I call the doctor?

Na Grafia:

Também existem regras diferentes para a grafia das palavras em inglês americano e britânico:

  • Algumas palavras terminadas em “tre”, no inglês britânico, terminam em “ter” no inglês americano.

Exemplo:

  • Britânico: theatre, centre
  • Americano: theater, center
  • Algumas palavras terminadas em “our”, no inglês britânico, terminam em “or” no inglês americano.

Exemplo:

  • Britânico: colour, labour behaviour
  • Americano: color, labor, behavior

Há também alguns casos de diferenças aleatórias como estas a seguir:

Inglês Britânico Inglês Americano
Catalogue Catalog
Grey Gray
Programme Program
Analyse Analyze
Pyjamas Pajamas
Mum Mom

No Vocabulário:

Por fim, chegamos a uma das mais reconhecidas diferenças, além do sotaque: o vocabulário.

Separamos uma pequena lista para você conhecer algumas palavras:

Inglês Britânico Inglês Americano
Autumn Fall
Flat Apartment
Lift Elevator
Bathroom Toilet
Underground Subway
Pavement Sidewalk
Film Movies
Sweets Candy
Biscuit Cookies
Chips French Fries
Rubbish Trash
Petrol Gas
Postman Mailman
Postcode Zip code
Mobile Phone Cell Phone
Reception Front Desk

Vale ressaltar que quando falamos em diferente, isto não significa de forma alguma errado. Não dá para dizer que o inglês britânico é mais correto ou o inglês americano é melhor – e vice-versa. Eles são apenas variações de uma mesma língua, que refletem as diferenças culturais e históricas dos povos que as falam.

Hoje em dia, no entanto, é mais comum estarmos em maior contato com o inglês americano, uma vez que escutamos eles por todos os cantos, seja em filmes, seriados de TV, música e no trabalho.

Dúvidas? Fale com nossos professores! Eles estão à sua disposição 24 horas por dia.

Acerte na mosca! Quando usar “a few” e “a little”?

Quando estudamos gramática de inglês, descobrimos que as palavras nesta língua estão divididas em duas categorias básicas: substantivos contáveis e incontáveis. A diferença entre ambos é simples: os substantivos contáveis são aqueles que têm plural, enquanto os substantivos incontáveis em inglês não vão para o plural.

Pode parecer uma bobagem, mas fazer esta distinção é muito importante, por exemplo, quando queremos falar em inglês que possuímos uma pequena quantidade de alguma coisa. No caso dos substantivos contáveis, usamos “a few”. Mas se o substantivo for incontável, o correto é usar “a little”.

Ainda não deu para ficar claro? Então veja aqui como isto funciona na prática:

A Few (usado com os substantivos contáveis)

  • I have a few bananas.
  • Do you want a few apples?
  • Tina wears a few bracelets.
  • We own a few chairs.
  • Did they talk about a few interesting topics?

A Little (usado com os substantivos incontáveis)

  • I have a little fruit.
  • Do you want a little fruit?
  • Tina wears a little jewelry.
  • We own a little furniture.
  • Did they talk about a little interesting information?

Agora que você sabe a diferença entre substantivos contáveis e incontáveis em inglês, tente colocar em prática. Complete os exemplos abaixo. Em qual das frases é correto usar “a few” e em qual caso “a little” deve ser usado?

 

  • I sent my mom _____ letters.
  • My mom has _____ mail.

Se você quiser conhecer este e outros pontos de gramática de inglês a fundo, não deixe de conferir as lições interativas referentes ao assunto na nossa plataforma de ensino online. E não se esqueça também de continuar a treinar e fazer exercícios para ter certeza de que aprendeu de verdade. Se você ainda não conhece ou não faz parte do nosso curso, inscreva-se hoje mesmo! Visite openenglish.com para mais informações.

A prática leva à perfeição! Conheça as ferramentas que a Open English te oferece

Treinar é a melhor maneira de se tornar bom em qualquer coisa. Inclusive em um idioma. A plataforma da Open English lhe oferece ferramentas de aprendizagem diferentes, dinâmicas e interativas, para que você possa treinar a qualquer momento, durante as 24 horas do dia, tudo aquilo que aprendeu em suas aulas ao vivo e lições. Através de vídeos, músicas, jogos e outras atividades, tornamos a prática do inglês fácil e divertida para você, e o complemento perfeito para seus estudos. Veja como funcionam as ferramentas que vão ajudá-lo a aperfeiçoar seu inglês, neste vídeo:

Conquiste mais confiança, exercitando seus conhecimentos gramaticais, suas habilidades de comunicação oral e de compreensão, enquanto ganha mais vocabulário com os recursos incríveis que nossa plataforma coloca ao seu alcance. Venha praticar!

Open English conquistando o mercado hispânico nos EUA

Desde 2008, a Open English vem estabelecendo uma amizade com seu público, entrando nas residências de milhares de latino-americanos, do México à Patagônia, por meio de seus comerciais de TV bem humorados. De lá para cá, a figura de Andrés Moreno, fundador da empresa, foi se consolidando como referência em empreendedorismo na América Latina. Sua trajetória passou a ser fonte de inspiração e motivação em toda a região, provando que, não importa sua origem, é possível, sim, alcançar seus sonhos e transformar uma pequena startup de 700 dólares em um gigante de 300 milhões dólares.

Na última quinta-feira, dia 16 de abril, a Open English comemorou em sua sede em Miami, um novo marco em sua história: o lançamento de seus serviços no mercado hispânico dos Estados Unidos. O evento foi tema de uma matéria recente do Miami Herald, que traçou um panorama americano dos latinos que residem no país:

“A Open English anunciou na quinta-feira sua expansão oficial nos Estados Unidos, trazendo seu modelo de instrução acessível (…) aos hispânicos de todo o país. O lançamento, que terá início imediato em Miami e, futuramente, será introduzido em outras cidades americanas, contará com o apoio de uma campanha de publicidade e marketing a nível nacional.

“Já havíamos observado um crescimento espontâneo aqui, o que tornou fácil nossa decisão de fazer dos Estados Unidos o próximo grande mercado para a Open English. Também nos demos conta de que a necessidade fundamental de aprender inglês e se dar bem (e o inglês é uma ferramenta que nos ajuda a nos darmos bem) é exatamente a mesma para quem vive na Colômbia, no Brasil, na Argentina ou em uma cidade como Miami ou Los Angeles”, segundo Andrés Moreno, fundador e CEO da Open English, no evento de lançamento que ocorreu na quinta-feira, na sede da empresa, em Coconut Grove. “Este é o momento que estávamos esperando há muito tempo”.

Os números confirmam suas palavras: segundo a Brookings Institution, nos Estados Unidos, quase 1 em cada 10 adultos com idade para trabalhar – 19.2 milhões de pessoas entre 16 e 64 anos –acredita ter um conhecimento limitado do inglês. Dois terços desta população fala espanhol e a grande maioria é composta por imigrantes. E, segundo a Pew Hispanic Center, 68% dos imigrantes hispânicos adultos afirmam não serem capazes de falar inglês ou não falarem muito bem. (…)

Moreno declarou que o lançamento em mercado americano também é uma conquista em nível pessoal, uma vez que o país o recebeu de braços abertos.(…)”

O conceito da Open English nasceu na Venezuela e saiu de Caracas diretamente para o Vale do Silício. Nesta época, Moreno começou a arrecadar fundos que chegaram a 120 milhões de dólares com a última rodada de investimentos. Desta cifra, 100 foram arrecadados a partir de sua sede em Miami. Hoje a empresa conta com mais de 1500 colaboradores e terceirizados, e já abre as asas para o próximo crescimento exponencial.

Leia o artigo em inglês e na íntegra aqui.

A forma como você se relaciona no trabalho faz diferença

“Ninguém é uma ilha”. As imortais palavras do poeta inglês John Donne são tão verdadeiras hoje quanto na época em que foram escritas. Em todos os aspectos da nossa vida, a capacidade de estabelecer relacionamentos bons e duradouros pode ser aquele fator que vai virar o jogo a seu favor ou contra você. No mundo coorporativo, ser “uma pessoa fácil de se relacionar” conta tantos pontos quanto ter talento, ser responsável ou comprometido. Em primeiro lugar, porque leva à conclusão de que você sabe trabalhar bem em equipe, além de ser flexível e prestativo – características que fazem as pessoas gostarem de tê-lo por perto. E por que isto importa? Pesquisas mostram que a camaradagem entre os colegas torna o ambiente de trabalho mais leve, as tarefas mais prazerosas e os resultados melhores, aumentando a eficiência e a produtividade no escritório.

Falando em resultados, eles não apenas beneficiam a empresa, mas também a sua carreira. Pense, por exemplo, no setor de vendas. Através da sua simpatia é possível fechar mais negócios, conseguir melhores negociações, ser lembrado e procurado por seus clientes e bater suas metas com mais facilidade. Sem contar o poderoso networking que você constrói diariamente. Pode ter certeza de que, assim que uma oportunidade de trabalho surgir, alguém lembrará de você.

Ok… então você se encaixa neste perfil. Sorte sua! Mas o que acontece naquelas situações em que você precisa falar em inglês? Estamos falando de reuniões de diretoria, entrevistas de emprego, apresentações, discursos ou ciceronear um cliente ou parceiro estrangeiro. Deu frio na barriga só de pensar?

A falta de fluência na hora de transmitir suas ideias e se expressar como você faria normalmente na sua língua pode abalar a confiança e transformar completamente a sua personalidade. E o que é ainda pior, pode afetar negativamente o seu desempenho.

Mas não é preciso entrar em pânico! Antes de se deixar dominar pelo medo, vamos lhe dar algumas dicas para ajudá-lo a enfrentar a pior parte: puxar papo. Assim que você tiver quebrado o gelo e estabelecido um diálogo, as coisas tentem a seguir bem.

  • Deixe a timidez de lado. Lembre-se de que você ainda está aprendendo uma língua nova e tudo que é novo requer tempo e prática para que possamos dominar. Não se agarre à necessidade de acertar tudo e falar na perfeição. As pessoas com certeza perceberão que você não é um expert, mas também ficarão impressionadas com seu esforço e determinação em ampliar seus skills. É muito provável que elas até o ajudem, seja falando mais devagar ou sugerindo palavras quando perceberem que você está com alguma dificuldade.
  • Para começar, escolha uma saudação ou cumprimento curto ou se apresente. Isso já é o suficiente. Nada de quebrar a cabeça tentando pensar em algo inteligente ou espirituoso para dizer. Basta ser gentil e educado.
  • Esteja preparado. Tenha na manga algumas frases chave que você possa usar em situações diferentes. Assim não terá problemas se for pego de surpresa, nem passará por nenhum aperto tentando lembrar o que é mais adequado dizer.
    Que tal começar com algumas destas frases:

Primeiro Dia No Escritório

  • Hi, I’m (seu nome) from sales. What department do you work for?
  • How long have you been working for the company?
  • How are you getting along so far?” (caso a outra pessoa seja o novato)
  • I think I know you from somewhere. Did you go to UCLA?
  • You work in marketing, right?

Conversa De Elevador

  • How about this weather we’ve been having?
  • Did you get to watch last night’s game?
  • Hey! Long time no see! How’s everything? (se você já tem alguma intimidade com a outra pessoa)
  • How’s your family doing?
  • How was your weekend? / How were the holidays? / How was that trip of yours? / How was yesterday’s meeting?

Para Qualquer Ocasião No Escritório

  • I’m so happy I made it in time. The traffic was terrible this morning. Was it the same for you?
  • I love your shoes. Where did you get them?
  • I see you got the new IPhone! I’m dying to get one myself! How do you like it so far?

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Começando o Ano Novo com o pé direito (New Year, old traditions)

Incrível observar como a virada do ano mexe com a gente. Seria o clima mundial de confraternização? A chance de comemorar algo em comum com quase todo o resto da humanidade (não podemos esquecer que para chineses, indianos, judeus e mulçumanos, o Ano Novo é comemorado em datas distintas, obedecendo outros calendários, ok?)? Seja lá o que for, até os mais céticos e racionais deixam a lógica um pouco de lado e caem na festa para dar as boas-vindas a um novo ciclo.

E mais interessante ainda é perceber como encaramos a chegada de um ano novo como uma espécie de botão de reset. Assim que o relógio marca meia-noite, todas as dificuldades e tristezas ficam para trás e, em frente, só existe a esperança de dias de alegria e sucesso.

Para dar uma forcinha ao destino, praticamente, todos os povos no mundo têm na manga algum ritual, superstição, simpatia ou tradição para atrair a boa sorte e garantir que ela fique durante todo o ano.

A gente separou aqui alguns dos mais legais para você conhecer. Assim, se estiver passando a virada em algum desses países, quem sabe você se anima e adere a algumas dessas práticas. Afinal, sorte nunca é demais!

No Brasil

Provavelmente, você não só conhece estas superstições, como também deve ter tentado algumas delas pelo menos uma vez na vida! Graças à nossa rica herança cultural, fruto da mistura de todos os povos que desembarcaram por aqui, encontramos um pouquinho de tudo. Venha ver:

Vestir branco (e uma roupa nova, de preferência) – para atrair paz, harmonia e energias positivas

Lingerie colorida – aqui vale tudo! Cada cor simboliza algo diferente. Basta escolher uma de acordo com o que deseja atrair: vermelho para força e paixão, amarelo para dinheiro e prosperidade, laranja para o sucesso, azul para harmonia e paz, verde para saúde, esperança e equilíbrio. Essa tradição é comum em vários países.

Pular 7 ondas – trazida pelos escravos africanos, esta divertida tradição é uma homenagem à Iemanjá, divindade protetora dos mares. O número 7, no candomblé, representa Exu, seu filho. Acredita-se que os pulos abram os caminhos para a sorte. Mas para garantir que a simpatia funcione, não dê as costas ao mar após o ritual! E se quiser reforçar os resultados, dê os pulos com o pé direito (!!!).

Há também quem jogue flores no mar e solte barquinhos de papel com velas e oferendas.

Na Itália

As tradições variam de região para região, mas as mais conhecidas são essas aqui:

Salto no rio Tibre – esse é para os fortes! No dia 1º de janeiro, alguns corajosos pulam da Ponte Sant’Angelo direto para as gélidas (e rasas!!!) águas do rio Tibre, em Roma. Tradição desde 1946, o propósito aqui é atrair a sorte.

Queima de pedidos – comum a vários povos, consiste em escrever seus desejos em papéis e atirá-los na lareira, para que queimem e se tornem realidade.

Jogar fora coisas velhas – literalmente! Se estiver em Roma ou Nápoles, cuidado com a cabeça! É possível que você seja atingido por pratos, roupas, etc, que os italianos atiram pela janela, para deixar o passado para trás e abrir caminho a uma vida nova.

Assistir à Missa do Galo – celebrada pelo Papa, a missa é transmitida ao vivo do Vaticano

Comer uvas – Ao soar meia-noite, a tradição é comer 12 grãos, um a cada badalada, para ter sorte nos 12 meses do ano (Portugal e Espanha também são adeptos desta prática)

Lentilha no ano novo, dinheiro o ano todo – herança da Roma Antiga, o prato de lentilha é associado a um prato de moedas de ouro, portanto, atrai dinheiro e prosperidade. Os espanhóis e brasileiros, que não são bobos, também aderiram à tradição.

Nos Estados Unidos

Beijo da meia-noite – esses americanos não são bobos mesmo! Assim que o relógio marca meia-noite, a ordem é agarrar quem estiver ao lado e dar aquele beijo! Se traz sorte ou não… isso não importa muito!

A bola na Times Square – desde 1907, é realizado o lançamento da bola de réveillon na Times Square, em Nova Iorque, que reúne milhares de pessoas para assistir à descida da esfera, presa no topo de um prédio. O lançamento funciona como uma contagem regressiva, já que começa às 23h59 e leva um minuto para ser concluído.

Na Inglaterra

Big Ben – pontualidade é sinônimo dos ingleses e quem anuncia a chegada do Novo Ano é o Big Ben, com as 12 badaladas que dão a largada à festa.

Aud Lang Syne – a tradicional canção é considerada um hino de Ano Novo, cantada em praticamente todos os países de língua inglesa. Tente decorar a letra para juntar-se ao coro.

London New Year Parade – no dia 1º, as ruas da capital inglesa são tomadas por uma multidão que se aglomera para acompanhar a Parada de Ano Novo. O desfile conta com performances, danças e acrobacias de artistas de todo o mundo.

Na Irlanda

Beber – beber faz parte do dia a dia irlandês e, claro, não poderia ficar de fora! Para acompanhar, muita música e dança tradicionais, numa festa repleta de alegria.

Azevinho sob o travesseiro – para trazer amor no novo ano, as jovens irlandesas dormem com um ramo de azevinho embaixo do travesseiro, na noite da virada.

Na Alemanha

Porco à mesa – na comemoração alemã, o porco é a estrela! Símbolo de boa sorte, fartura, fertilidade e riqueza, o leitão não só é um dos pratos da ceia, mas também aparece em formato de doces feitos de marzipã ou biscoito.

Há quem diga que nesta data, devemos evitar comer aves ou outros animais que andam para trás e dar preferência aos porcos ou peixes, que se deslocam para a frente.

Miscelânea

Ascender todas as luzes da casa, soltar fogos de artifício, comer frutas secas, brindar à meia-noite, comemorar com música, dança e uma bela ceia. Essas tradições são, praticamente, universais.

Que tal continuar a discussão e aprender muito mais nas nossas Aulas ao Vivo? Acesse nosso site e comece a estudar inglês hoje mesmo!

Aprendendo Online: Funciona para você?

Quando fomos introduzidos à Internet, lá pelos anos 90, mal poderíamos imaginar que iniciava-se ali uma revolução que afetaria profundamente nosso futuro, transformando a maneira como pensamos e executamos as tarefas mais banais do dia a dia. Além de trazer rapidez e simplicidade a diversos processos, a Internet mudou a forma como pesquisamos informações, trabalhamos, fazemos compras, mantemos contato com amigos e parentes ou passamos nossas horas de lazer. Hoje, a maior parte de nossas vidas acontece online. E, com as significativas melhoras no serviço e na velocidade de acesso, aliados à queda de custos para o usuário, as aplicações da Internet são virtualmente infinitas.

O que a maioria esquece, no entanto, é que nossa amada world wide web nasceu no meio acadêmico, com propósitos educacionais, e não como um instrumento de distribuição massiva de conteúdo e entretenimento, como é hoje usada. O que torna mais irônico o fato da educação online (ou e-learning) ser um tema que ainda divide tanto as opiniões. Como todas as discussões que giram em torno de inovação x tradição, existem aqueles que mal podem esperar para adotar as mudanças, enquanto o outro time prefere se agarrar à forma “como as coisas sempre foram feitas”.

A grande verdade é que não se trata de uma questão de certo e errado, mas sim, de prós e contras, porque para algumas pessoas, estudar online é tudo de bom, enquanto para outras, é um desafio ainda maior. Por isso, deixaremos esta decisão para você. Será que aprender online é a sua praia?

 

  Curso Presencial Curso Online
Alcance Toda aula, você precisa ir até a escola e enfrentar trânsito na ida e na volta. Além disso, se o curso estiver sendo sediado em outra cidade ou país, a única forma de participar é deslocando-se até o local onde ele está acontecendo. Você pode assistir aulas de qualquer universidade ou instituição no mundo, desde que o curso esteja sendo oferecido online. Não é preciso sair de casa, do escritório ou viajar para fazer o curso.
Flexibilidade Os dias e horários das aulas são fixos e pré-determinados pela instituição responsável e não estão abertos a discussão. Mesmo que você tenha um imprevisto e precise faltar, a aula acontecerá normalmente. Você pode escolher quando fazer sua aula de acordo com sua agenda pessoal. Uma vez que você não é obrigado a fazer sua aula em um determinado dia da semana ou horário, é possível encaixá-la no momento mais conveniente para você.
Participação Se perder a aula, não há como repô-la. Você pode pedir a algum colega que lhe empreste suas anotações pessoais e tentar estudar a matéria por conta própria para fica em dia com o conteúdo perdido. Você nunca perde uma aula, já que é você quem escolhe quando fazê-la. Além disso, alguns cursos oferecem a possibilidade de repetir a mesma aula quantas vezes você quiser.
Autonomia O professor determina o ritmo usado para abordar a matéria e a sequência em que as atividades de estudo deverão ser feitas. Observando o andamento da turma, ele tem condições de guiá-la de forma a permitir que um processo reflexivo de construção de conhecimento aconteça. Geralmente o curso oferece ao aluno um plano de estudos para guiá-lo, da mesma forma que um professor faria. Ainda assim, você tem liberdade para escolher como fazer as atividades propostas, contanto que conclua todas elas. Para que este método funcione, é preciso que você tenha disciplina e seja totalmente comprometido com o curso.  Caso contrário, o mais indicado é seguir as indicações ao pé da letra para acabar não se perdendo no meio da bagunça.
Interação Interação total com os professores e alunos presentes na sala de aula. Você tem a oportunidade de fazer perguntas, tirar dúvidas, participar de discussões conduzidas e espontâneas que surgem no decorrer da aula. Se o curso fizer uso de uma boa plataforma, você tem total interação com professores e demais alunos, usando VoIP e janelas de bate-papo. Em alguns casos, você pode até usar sua câmera. Mas para que tudo corra bem, sua conexão com a internet deve ser muito boa. Problemas de conexão podem prejudicar a comunicação e transformar a experiência em um suplício para você.
Tecnologia Praticamente nenhuma tecnologia é usada, a não ser apresentações em PPT ou vídeos, de acordo com a escolha pessoal do facilitador. Os alunos têm à disposição a lousa, seus cadernos, livros e quaisquer outros materiais didáticos que possam ser requisitados no início do curso. As aulas correm o risco de ficaram um pouco monótonas dependendo do professor, então é preciso um esforço extra para manter a atenção e anotar a matéria. Dependendo do curso, a plataforma de estudos pode oferecer uma série de ferramentas e recursos extras, desenvolvidos para facilitar o aprendizado e maximizar seus resultados. Não é necessário adquirir materiais adicionais. Além disso, os recursos multimídia ajudam você a criar associações estimular todos os seus sentidos, facilitando a memorização de acordo com seu perfil de aprendizado.
Acesso ao conteúdo da aula Caso faça anotações, é possível consultá-las mais tarde em seu caderno, computador ou qualquer outro meio usado para registrar a informação, desde que esteja com você. Com uma conexão de internet e suas informações de login, você pode acessar o conteúdo em qualquer lugar virtualmente – em um computador ou dispositivo móvel.
Relevância/Credibilidade Depende do facilitador e da instituição que está promovendo o curso. O professor precisa ter o compromisso pessoal de estar sempre atualizado e antenado nas teorias mais recentes para que seu conhecimento não seja obsoleto. Além de dominar a matéria, ele também precisa estar em dia com as metodologias mais modernas, para otimizar o aprendizado dos alunos. Depende da instituição responsável pelo curso. Já que estudar online ainda é visto com um certo preconceito, elas não só fazem questão de manterem o conteúdo de seus cursos atualizado, mas tentam sempre ir um passo além, para aumentar sua competitividade e ganharem o respeito do mercado.
Progresso Depende dos alunos que compõem a turma. O progresso é medido coletivamente, baseado no entendimento da maioria, e esse também é o critério adotado para que o professor siga em frente com a matéria. Seu progresso pessoal pode ser mensurado por usas notas e pelos feedbacks do professor. Você tem a possibilidade de evoluir em seu próprio ritmo: se um conceito lhe parecer mais difícil, é possível passar mais tempo estudando ele. Da mesma maneira, se o próximo tópico for mais fácil, você pode seguir em frente mais rápido. Em bons cursos são oferecidas ferramentas que ajudam você a acompanhar seu progresso, registram todas as atividades feitas e dão feedback sobre aquilo que pode ser feito para melhorar seu desempenho.
Investimento Em geral são mais caros, uma vez que em seu valor estão embutidos custos relacionados ao espaço usado, manutenção, luz, água, entre outros.Você também deve levar em conta os gastos indiretos que terá, como gasolina/transporte, estacionamento, lanche, materiais, tempo de deslocamento, etc. Na maioria das vezes, é a opção que apresenta melhor custo x benefício, já que não gera gastos indiretos a você e nem repasse dos custos fixos das instituições.

 

Tenha em mente que estudar online não se restringe a cursos de idiomas. Hoje em dia são oferecidos cursos de todos os tipos (de arte à ciência, passando por como operar alguns softwares ou ainda como fazer artesanato!), com vários níveis de profundidade, que podem variar de uma simples introdução ao tema até uma graduação do ensino superior, um MBA ou curso de extensão.

Seja qual for o tipo de curso online que você tem em mente, o que importa é procurar instituições idôneas, capazes de lhe oferecer as melhores ferramentas, tecnologia, professores e conteúdo – sem mencionar, assistência e atendimento ao cliente. Procure se informar e saber o que ex-alunos têm a dizer sobre o curso e compare suas opções antes de tomar uma decisão definitiva.

Precisando de um tempo para pensar? Descubra quando usar “Um” e “Hmm” em inglês

Você já percebeu como, de vez em quando, enquanto estamos no meio de uma conversa, fazemos uma pequena pausa para pensar antes de continuar a falar? Seja porque esquecemos uma palavra, ou porque estamos tentando traduzir mentalmente algo de português para inglês, ou ainda porque precisamos de um tempinho para formar uma opinião sobre o assunto. Em inglês, é nessas horas que usamos o que chamamos de “fillers”, que nada mais são do que interjeições que aparecem naturalmente no discurso, para nos ajudar a ganhar tempo e mostrar que estamos pensando. Os exemplos de interjeições mais usados nestes casos, em inglês, são os tais “um” e “hmm”.

Mas como saber quando usar um ou outro? E como usar da forma correta, sem abusar? A gente te ajuda! Dê uma olhada nestes exemplos:

Usando em uma conversa informal

Em inglês é super normal usarmos sons como “um” e “hmm” em uma conversa entre amigos. Às vezes, ligamos uma ideia a outra através de uma pausa e dizemos “um”. Outras vezes, precisamos de tempo para formular um pensamento e é aqui que entra o “hmm”. Por exemplo:

  • Brad: Hey Janet. Would you like to watch a movie tomorrow?
  • Janet: Hmm…well, yes, but, um… I wanted to clean my house tomorrow.
  • Brad: I understand… hmm… Would you like to go to the movies tonight then?
  • Janet: Um… yes, if it’s an early movie.
  • Brad: Perfect! I’ll pick you up at 5:00.

Usando em um discurso formal

Aqui é preciso tomar um pouco mais de cuidado. Quando estamos envolvidos em uma conversa mais formal, ao contrário de um bate-papo descontraído com os amigos, espera-se que estejamos preparados e dominemos o assunto. Usar excessivamente tanto “um” quanto “hmm”, nestes momentos, pode passar a impressão de indecisão, insegurança ou ainda, de que não sabemos ao certo sobre o que estamos falando.

Um mau emprego deles soa assim:

 

  • Scott: Today, I… um… want to talk to you about helping… um… animals. Hmmm… Animals need humans because… um… they cannot… um… take care of… um… all parts of… um… the natural environment.

Já o bom uso pode ser feito desta forma:

  • Scott: I hope you enjoyed my speech about animals and the natural environment. I would like to hear your questions now and… um… give you time to talk to me more.

Quais outros sons ou exemplos de interjeições existem na língua inglesa? Por que os usamos?

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