Fato: cada vez mais pessoas têm vontade de morar no exterior, seja para estudar, trabalhar, conhecer o mundo (ou simplesmente encontrar a si mesmos).

 

O propósito da viagem geralmente determina a duração dessa experiência, além das condições e do investimento. Por isso, é preciso considerar uma série de fatores na hora de tomar essa decisão. Por exemplo: você fala a língua do país para onde está indo ou alguma outra que possibilite a comunicação, como o inglês?

 

É importante ter em mente qual é o objetivo de morar no exterior. Porém, mais que isso, é fundamental viajar com a mente aberta e saber que sua experiência não tem e nem deve ser como as outras que você já teve, ou que ouviu falar por aí.

 

Como nós queremos te ajudar, preparamos alguns conselhos para que você se livre de preconceitos e analise, a partir de fatos, o que você vai encontrar em outros lugares, o possível choque cultural que você vai enfrentar e, sobretudo, o quão factível será esta mudança.

 

  1. Viajar acompanhado pode ser mais fácil, mas não necessariamente melhor.

Quem vai morar no exterior acompanhado de um amigo ou cônjuge se sente menos sozinho e sente menos falta de casa, o que pode determinar sua permanência neste novo país. No entanto, quando você vai acompanhado, as possibilidades de interação com os nativos diminuem e você também estará menos propenso a passar por novas situações.

 

  1. Você é você e os outros são os outros.

Sim, é importante se adaptar e se misturar, mas tentar ser exatamente como as pessoas de outro país pode gerar uma série de frustrações, já que sua cultura é diferente. O ditado “quando em Roma, faça como os romanos” é muito prático, mas tem lá suas limitações. Não é só porque você está nos EUA que você tem que ir a todos os jogos de basquete ou baseball, se você gosta muito mais de futebol, né?

 

  1. Um subemprego no exterior continua sendo um subemprego.

Trabalhar em uma função que você jamais exerceria em seu próprio país pode ser fatal. Acreditar que sua felicidade chegará assim que você descer do avião, sem pensar nas condições de trabalho ou sua área profissional pode ser um grande erro. Tente sempre encontrar um trabalho do qual você desfrute, onde quer que seja.

 

  1. Você não vai sofrer preconceito dos nativos.

Existem países mais ou menos amistosos, mas isso também tem muito a ver com seu segmento de trabalho e como você se comporta em um ambiente desconhecido. Muita gente diz que há mais preconceito entre estrangeiros vivendo em outros países do que por parte de nativos desses países. O importante é ter seus valores sempre claros e de forma amigável, e nunca fazer imposições.

 

  1. Falar bem o idioma local ajuda, e muito.

Pois bem, ninguém espera que você chegue ao país já fluente no idioma local, mas se você pretende ficar por lá e conseguir um bom emprego ou uma vaga em uma universidade, não deixe a língua local de lado. Encontre um bom curso de inglês (ou o idioma de seu país de destino) que também ensine sobre a cultura e os costumes do país, e assim vai ser muito mais fácil interagir com as pessoas.

 

Boa viagem e sucesso!